quinta-feira, 30 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Elogio ao MED
Há 4 anos que peregrino 3 dos 4 dias do Festival MED.
Porquê?
Porque MED é mais que música.
Pelo recato intimista do espaço onde decorre a FESTA.
Porque não tenho que ouvir o TOP+ e quejandos.
Porque a loucura está no que se ouve e sente.
Porque a alma agradece.
Porque dentro daquele espaço não entram pessoas feias (não é que alguém as impeça mas OPTAM por não aparecer).
Este ano tudo voltou a acontecer.
Mais bravos lusitanos, que se querem confundir com "camones". Porque recusam a lingua portuguesa nas palavras dos sons fantásticos? Destaco Márcia pela coragem de SÓ cantar em português.
O caldeirão de culturas transbordou de sensações. Ritmos frenéticos, zen, cool, sensuais, étnicos... Todos eles sem atropelos, intercalando-se.
Seun Kuti & Egypt 80 encheu a noite de 23, com o seu 100% africanbeat, repleto de mensagens de intervenção.
DakhaBrakha baralhou e tornou a dar o "caos étnico" à meia-noite de dia 24.
Balkan Brass Battle mostrou a inovação dos sons "kusturica" da Sérvia para logo a seguir se acalmar o espírito com o SENHOR Mulatu Astatke, na noite do shuif, shuif da despedida.
Os programadores do festival continuam de parabéns pelas escolhas e pela garra com que continuam a desentoxicar-nos do monótono panorama global de sons.
Até mais daqui a bocadito.
Gato Aurélio
Porquê?
Porque MED é mais que música.
Pelo recato intimista do espaço onde decorre a FESTA.
Porque não tenho que ouvir o TOP+ e quejandos.
Porque a loucura está no que se ouve e sente.
Porque a alma agradece.
Porque dentro daquele espaço não entram pessoas feias (não é que alguém as impeça mas OPTAM por não aparecer).
Este ano tudo voltou a acontecer.
Mais bravos lusitanos, que se querem confundir com "camones". Porque recusam a lingua portuguesa nas palavras dos sons fantásticos? Destaco Márcia pela coragem de SÓ cantar em português.
O caldeirão de culturas transbordou de sensações. Ritmos frenéticos, zen, cool, sensuais, étnicos... Todos eles sem atropelos, intercalando-se.
Seun Kuti & Egypt 80 encheu a noite de 23, com o seu 100% africanbeat, repleto de mensagens de intervenção.
DakhaBrakha baralhou e tornou a dar o "caos étnico" à meia-noite de dia 24.
Balkan Brass Battle mostrou a inovação dos sons "kusturica" da Sérvia para logo a seguir se acalmar o espírito com o SENHOR Mulatu Astatke, na noite do shuif, shuif da despedida.
Os programadores do festival continuam de parabéns pelas escolhas e pela garra com que continuam a desentoxicar-nos do monótono panorama global de sons.
Até mais daqui a bocadito.
Gato Aurélio
quinta-feira, 23 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Lamb no CC Arade
O polémico projecto Allgarve tem apesar de tudo feito chegar à região novos conceitos de espectáculo e animação, tem igualmente procurado dinamizar vários espaços dentro das infraestruras existentes e também tem tido a preocupação de pontuar acções no maior número de locais no Algarve. Sendo que o consumo de cultura é elitista deve ser louvado o esforço de levantar a fasquia a nível da oferta de eventos mas mantendo a abertura de espírito e a vontade inclusiva. Sobreviverá esta pouco consensual proposta em tempos de troika e governo novo?
Fomos ao concerto dos Lamb no Centro de Congressos do Arade em Lagoa. Um espaço com todas as condições, bem organizado, com uma sala de concertos impecável (creio que a melhor da zona). Foi um grande concerto com direito a simpatia e empatia a rodos, dois encores e um som que abanou a casa. Nitidamente felizes por voltarem ao activo e certamente por causa da tarde de descontração algarvia isso reflectiu-se na atitude dos músicos que descalços proporcionaram aos cerca de 900 espectadores, na maioria fans da banda de Louise Rhodes e Andy Barlow, um concerto memorável. A ideia que fica é que estes acontecimentos precisam de mais gente. Por isso porque esperam? Saiam, participem, alguns até são à borla. Temos que ser positivos e porque não também modernos?
Karlown
quarta-feira, 8 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
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